quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
,existência.
Será verdade que no fundo todos nós somos crianças nos divertindo nessa imensidão de universo?Quisera a humanidade resgatasse sua pequenez e rompesse de vez com a fantasia de que somos senhores de nós mesmos e,talvez assim,suprimir essa sensação de estarmos apenas sobrevivendo ao invés de vivendo.Não o bastante,ainda somos escravos de nossas "gaiolas emocionais",o que nos torna cegos e incapazes de lermos nossas proprias almas e nutrir a necessidade de sonhar.Prefiro então a idéia de ser criança,de que o mundo é da cor que eu quiser dar a ele,que meus sonhos são todos realizáveis e o amor é puro,onde amo o próximo pelo que é,distante de bens materiais.É tempo de nos fazermos.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As cartas jogadas rasgaram a saudade,que grita alto no peito,como que se quisesse sair e correr pros braços do rapaz que me apaziguaria os dias.
"Sobre um sentimento assim não se põe uma pedra e se segue em frente. Mesmo que eu siga,sem olhar pra trás a pedra florescerá secretamente".
(Afonso Romano De Sant'anna)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009

Esta semana foi uma correria. Não sei,mas tenho a impressão que o tempo tem pressa. Naquele dia em que nos vimos tive a sensação de que éramos dois estranhos a topar na rua casualmente. É bem verdade que nossos sentimentos tornaram-se estranhos à nós nos últimos dias,mas é inegável o fato de que nos conhecemos tanto quanto pudíamos. Descartei a possibilidade de um ressentimento,pois não o deixamos sobre mesa em nossa conversa decisiva. Deixamos compreensão e uma saudade sufocante do que fomos. No entanto, o amor chegara ao fim, e é sempre triste quando um amor acaba,porque de alguma forma a gente sabe,sempre sabe quando chega ao fim.Por mais doloroso,ruim,desgastante que seja,a separação vem como o inevitável. Nos acostumamos a dormir e acordar juntos, mas o olhar já não brilhava,o abraço ficou grande demais e os beijos não traziam mais o gosto da alma. Profundo? O amor é profundo. Foi frustrante descobrir que o verdadeiro amor não estava na rodinha de amigos.Realmente acreditei em nós dois,na varanda de nossa futura casa,ao balançar de uma rede,esperando os netos chegarem. Ou ao menos,que pudessémos casar e dar ao mundo o fruto do nosso amor. Nós nos amamos sim, só o amor nos manteve juntos até enquanto existiu. Acredito que o vivemos até a última gota,sem antes deixar de lutar e reviver as cinzas,que outrora era fogo. Em meio encontros e desecontros rotineiros,bem mais desencontros que encontros,olhamo-nos firmimente, como uma despedida,mas diferente daquela de quando te deixava no portão,porque desta vez,você não voltaria mais e levaria consigo um pedaço da história que tivemos. E como é grande o vazio que o amor deixa quando se vai...
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